Domingo, 28 de Junho de 2009

To sumida.

Sem tempo pra respirar. 
Final se semestre é tenso!
Semana que vem eu volto, em paz... rs.

Domingo, 24 de Maio de 2009

Quando temos 18 anos, é praticamente inaceitável que fiquemos interessadas por um menino mais novo que a gente. Depois o tempo vai passando e essa mentalidade vai mudando, mudando e muda! haha!

Eu sempre gostei de cara de bebês, acho a coisa mais linda aquela carinha de menino. Meus flertes sempre foram aqueles que você não dá mais de 18 anos pelo rostinho, apesar de serem mais velhos. 
Não era raro eu pegar um carinha na balada e descobrir que ele tinha 18, 19 anos, mas nunca foi nada pra frente. Pela mentalidade completamente diferente e tals...

Enfim, tudo isso preu falar que estou com um menino simplesmente 4 anos mais novo que eu. E num é que to gostando? Sei que terão milhões de dificuldades, até pela bagagem de relacionamentos que tenho e ele não, mas por enquanto tá dando pra levar numa boa. Sei que terei que conviver com muitas coisas diferentes da minha rotina e ele também. Mas sei lá, to botando fé. rs.

"Tudo era apenas uma brincadeira 
e foi crescento, crescento 
e de repente eu me vi assim,
completamente seu"
Sonhos - Paulinho Moska

Sábado, 9 de Maio de 2009

Não sei se estou ficando velha [mentalmente], se to ficando chata ou se apenas estou ficando menos porra-louca. Mas o fato é que não gosto mais de dormir na casa dos outros, não agüento mais beber até às 6h da manhã e não tenho mais paciência pra gente que fica pagando de gatinha.

Antes eu ficava um final de semana inteiro ou mais na casa de amigas, hoje, quando dá uma certa hora já estou desejando minha cama mais que tudo na vida. Antes eu emendava uma balada na outra sem a menor preocupação e com toda animação do mundo, hoje se começo a beber 7h da noite, quando chega 2h da manhã estou morta e querendo dormir.

Há um tempo atrás, se tivesse qualquer coisa pra fazer num sábado à noite eu iria, jamais ficaria por livre e espontânea vontade jogada na cama escrevendo pro blog e hoje é isso que estou fazendo, porque quis. Não me deu vontade de sair.

Nem meu corpo está agüentando mais como era antes, hoje fico com mais fome, com mais dor de estomago, com mais ressaca, azia e tudo de ruim que vem depois de uma noite de bebedeira.

E o principal, não tenho mais um pingo de paciência com gente que fica cheio de máscaras, que vive num caos e quer parecer pras pessoas que vive num mundinho perfeito. Que não muda de roupa pra pagar de drogado quando lhe convém e de Sandy pra quem é interessante.

Sei lá, hoje nem eu me agüento.

Esse post tá mais com cara do Me Deixa!

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Fiz um teste pra saber que livro eu sou e deu o seguinte:

"No país da piada pronta", de José Simão

A tragédia do cotidiano te faz rir para não chorar. E por que rir sozinho, não é mesmo? Você logo convida quem estiver por perto a rir com você. E consegue! Divertido e inteligente, você garante que a maioria de suas piadas é, sim, de bom gosto. E que não concordem os mal amados de plantão! Não que você seja alienado ou não perceba o sofrimento dos outros, muito pelo contrário. Mas, muitas vezes, o melhor remédio é mesmo dar uma boa gargalhada.
O colunista-humorista José Simão, do jornal Folha de S.Paulo, reúne em "No país da piada pronta" (2007) verbetes de dicionários criados por ele, como o do tucanês e do lulês. 



Quinta-feira, 23 de Abril de 2009


Em uma noite de bate-papo com os amigos resolvemos falar das uns dos outros, das manias, das coisas que nos irritam... Até ai tudo bem, pensei que falariam da minha impaciência, meu mau-humor em dias de tpm... Mas não. Vieram me falando do meu bico. É bico, tipo o que aquela Ana do BBB fazia. Falaram que quando as coisas não saem do jeito que eu quero, faço beiço e fico até o final, que é como se colocasse uma placa de ‘cuidado, cão bravo’ no meu pescoço. Fiquei arrasada, afinal, detesto gente que faz bico. [é sempre assim, o que mais detestamos nas pessoas são as coisas que nós mesmos fazemos].

Esse meu bico deve ser pelo fato de eu ser filha única, não depender da opinião de ninguém pra fazer o que bem entender. Não que eu seja mimada, talvez um pouquinho, mas sei lá. É muito involuntário, nem percebo que to de bico.

Fiquei apavorada, pensando se sou uma pessoa individualista, que não sou boa companhia, quem é que gosta de viajar com alguém que só pensa nos próprios interesses? Mas me juraram que não, que meu bico é até engraçado e blábláblá...

Mas mesmo assim, vou me policiar mais e ver se consigo controlar meu beiço. Haha!



[Aaah, o rapaz do orkut tá até agora pensando se me aceita. haha!]

Quinta-feira, 9 de Abril de 2009


E ai que eu surtei. Vesti a carapuça de piriguete e fui à luta. HAHAHA! Deixa eu explicar melhor..
Seguinte, sou louca, transtornada por um amigo de uma amiga, sempre o vejo no orkut e piro nele. Cansei de pedir pressa amiga armar alguma situação pra nos encontrar-mos acidentalmente, mas nunca dá certo, ela não tem contato com ele faz muito tempo e tals. E eu, como sou a rainha dos amores platônicos que nunca passam desse estágio e cansada de não sentir nada diferente por ninguém real, fiquei de saco cheio disso e arrisquei. Ontem add ele no orkut e disse: 'Menino, sou amiga da Camila e piro nocê toda vez que vejo sua fotinha no orkut. hahaha!' 
Agora, só resta esperar e ver se ele vai me achar tão pra frente que não vale nem ser add no orkut, mas se pensar isso também, nem sofro, não é do meu meio mesmo, o máximo que acontecerá é eu continuar com minha paixonite platônica. 

Quinta-feira, 26 de Março de 2009

Quando somos mais novos temos mania de levar tudo à ferro e fogo, achamos que é oito ou oitenta, que não existe meio termo. Com o tempo vamos amadurecendo e vendo que nem sempre as coisas têm que ser assim, que se equilibrarmos normalmente tudo sai muito melhor que o premeditado.

Nos relacionamentos dos mais novinhos vemos claramente esse tipo de coisa, as pessoas se amam demais e quando algum dá uma escorregadinha o ódio toma conta de um jeito que não dá pra entender, como uma pessoa que ama tanto passa a odiar em questão de horas? Com a maturidade aprendemos a ponderar, a colocar na balança e vermos se uma simples pisada na bola é realmente motivo pra colocar tudo por água a baixo.

E isso acontece em todos os relacionamentos, amizade também é assim, passamos de melhor amiga pra inimiga numero 1 em pouco tempo. Temos mania de enxergar o outro como um super-herói, uma pessoa sem defeitos, que jamais faria alguma coisa errada e quando ficamos mais velhos, mais experientes percebemos que as coisas não são assim, que somos todos seres humanos e cometemos erros e que nem tudo é motivo para desistirmos de pessoas que estiveram com a gente pela vida inteira...

Aprendemos com nossos próprios erros, já deixei amigos de lado por motivos bestas que na época pensei serem coisas absurdas, hoje vejo que não eram, que tudo pode ser conversado e melhorado. A pouco tempo tive um atrito com uma amiga que sempre esteve ao meu lado e numa situação ficou ao lado do namorado e não do meu, se fosse antes eu teria entendido isso como uma escolha, que ela não me considerava mais e todos esses dramas, mas hoje vejo que não, que foi uma coisa do momento, que só porque ela ficou do lado do namorado numa situação não quer dizer que ela escolheu ele e não a mim pra sua vida. Conversamos, colocamos em pratos limpos e continuamos nossa amizade.

Domingo, 15 de Março de 2009

Impressionante como é difícil se desfazer de laços, mesmo quando esses laços não são favoráveis... Você namora um cara durante anos, o namoro termina e vocês decidem continuar amigos. Até ai, na teoria, tudo ótimo, mil maravilhas... Mas vai colocar em prática. Na maioria das vezes que um relacionamento termina uma das duas partes não queria que acabasse ainda fica aquele sentimento, ai quando decidem ser apenas amigos a coisa desanda, porque um lado realmente só quer a companhia do outro, a amizade, mas o outro fica com aquela pontinha de esperança e a cada abraço, cada comentário o coração fica apertado e esperando alguma atitude.

Por isso que quando termino prefiro ficar um tempo afastado, mesmo que eu não goste mais da pessoa, mas para nos acostumarmos que aquilo acabou e depois, quando as coisas estão digeridas e entendidas, ai sim ter uma amizade.